A publicação, intitulada Drive, revisita diferentes episódios da trajetória de Horner na Fórmula 1 e cita Verstappen em diversos momentos. Questionado sobre o conteúdo, o piloto respondeu que sequer teve contato com o livro. “Bom, eu não li o livro. Para ser sincero, eu mesmo não leio livros”, afirmou.
Verstappen rejeita validar ou corrigir versão de Horner
Ao ser perguntado se concordava com as passagens publicadas, Verstappen deixou claro que não pretende entrar em uma checagem pública da narrativa apresentada por Horner. “Não há necessidade de eu ficar aqui dizendo ‘isso está certo, aquilo não está certo’”, declarou.
Sem detalhar trechos específicos, Verstappen indicou que parte dos acontecimentos citados pertence a um período anterior de sua carreira. Por isso, evitou transformar o lançamento da autobiografia em tema central de sua agenda no fim de semana.
Esse recorte temporal ajuda a explicar o tom adotado pelo piloto: embora apareça várias vezes no livro, ele não se dispôs a revisitar episódios passados nem a comentar bastidores mencionados por Horner.
Interesse sobre a resposta passa pela relação entre os dois
O interesse em ouvir Verstappen sobre a autobiografia está diretamente ligado à relação dele com Horner, um dos nomes mais próximos de sua trajetória recente dentro da Red Bull Racing. Ainda assim, o piloto tratou o assunto de forma breve e procurou encerrar a discussão sem ampliar qualquer debate sobre bastidores.
Verstappen também deixou claro que sua prioridade no momento está no trabalho dentro da pista e no planejamento esportivo adiante. “Estou focado neste fim de semana. Estou focado no próximo ano”, disse.
Ao longo da entrevista, Verstappen não abriu espaço para comentar se os relatos do livro correspondem integralmente ao que viveu, nem para rebater alguma versão específica. A resposta mais direta foi a de que não leu a autobiografia e não vê motivo para usar o momento para validar ou contestar o que Horner publicou.