Hamilton foi o sexto colocado no Treino Livre 1, a 0s503 de Leclerc, e depois ficou em quarto no Treino Livre 2, com desvantagem de 0s615 para o companheiro de equipe. No segundo treino, ele ainda cometeu um erro na curva 1 e não conseguiu completar a volta que poderia ter sido sua melhor na sessão.
“Não foi um dos dias mais fáceis”, resumiu Hamilton após as atividades.
Leclerc virou referência interna da Ferrari ao liderar os dois treinos
O contraste entre os dois lados da Ferrari apareceu ao longo de toda a sexta-feira. Leclerc liderou o Treino Livre 1 e o Treino Livre 2, algo que nenhuma Ferrari havia conseguido nas duas sessões em 2026, enquanto Hamilton passou o dia tentando encontrar uma janela melhor de funcionamento do carro.
Ao comentar a diferença interna, Hamilton disse que o desempenho do companheiro mostra que havia ritmo disponível, mas que o desafio estava em reproduzir essa condição no seu carro. “O Charles mostrou que há ritmo ali, então precisamos entender como colocar o carro em uma condição melhor para mim”, afirmou.
Características do Circuito das Américas também entraram na análise
Além da escolha de acerto, Hamilton atribuiu parte do desconforto às características do Circuito das Américas. A avaliação incluiu o comportamento do asfalto e as ondulações da pista, fatores citados dentro da análise técnica feita após as duas sessões de sexta-feira.
O piloto indicou que a configuração adotada simplesmente não funcionou da maneira como ele esperava, o que pesou na adaptação ao carro ao longo do dia. Enquanto isso, Leclerc fechou a sexta como referência da Ferrari nos dois treinos, e Hamilton saiu das atividades ainda em busca de um ajuste que o deixasse mais próximo do comportamento que procurava.