“Não foi sério, para ser honesto”, disse Russell em entrevista à beIN SPORTS Asia. Na mesma conversa, ele resumiu sua posição sobre o assunto: “Eu não tinha intenção alguma de estar em outro lugar que não fosse a Mercedes.”
Contato aconteceu em meio ao movimento por Verstappen
As conversas entre Russell e a Red Bull ocorreram durante o GP da Inglaterra de 2025. A investida foi relatada por Horner, então chefe da Red Bull, como uma resposta ao interesse de Toto Wolff em contratar Max Verstappen.
No relato de Horner, Wolff aguardava uma definição de Verstappen antes de assumir um compromisso com Russell. O ex-chefe da Red Bull descreveu a iniciativa como uma reação direta a esse cenário. “Cansado da abordagem desafiadora de Toto, decidi responder na mesma moeda”, afirmou Horner.
O episódio aconteceu pouco antes da saída de Horner da Red Bull, em julho de 2025.
Russell também apontou força recente da Red Bull em 2026
Em outro momento da temporada atual, Russell avaliou que a Red Bull passou a ser a principal referência do grid após a sequência recente de Max Verstappen. Segundo ele, “o desempenho da Red Bull tem sido muito impressionante nas últimas três semanas”.
A leitura do piloto da Mercedes, porém, contrasta com a visão de Kimi Antonelli sobre o momento da própria equipe. Antonelli afirmou que a Mercedes ainda não extraiu todo o potencial do pacote atualizado do W17. “Provavelmente, o principal é que nós ainda não estamos tirando o máximo do novo pacote”, disse o piloto. Ele acrescentou que a equipe vê os ganhos da atualização, mas ainda trabalha com uma faixa de funcionamento muito estreita do carro: “Nós vemos os ganhos, vemos o que isso pode trazer. É só que a janela é muito pequena no momento.”
Na etapa de Singapura, a Mercedes testou caminhos diferentes com seus dois carros: Russell correu com o pacote antigo, enquanto Antonelli usou a especificação nova. Antonelli terminou no pódio, e Russell foi nono após uma punição relacionada ao motor.