Dixon vai deixar a Ganassi depois do GP de Monterey, encerrando uma trajetória de 25 temporadas pela equipe. O’Ward tratou a mudança como um passo natural para um piloto em busca de novos ares e destacou o peso esportivo da chegada do veterano ao grupo da McLaren.
Semelhança no acerto do carro anima O’Ward
Ao comentar a adaptação de Dixon, O’Ward apontou um fator técnico que, na avaliação dele, pode facilitar a transição: a semelhança no tipo de carro que os dois preferem pilotar. “O Scott gosta de um carro parecido com o que eu gosto”, afirmou o piloto da McLaren.
O’Ward também rebateu a leitura de que a troca de equipe necessariamente trará dificuldades para Dixon. “Muita gente fala que ele vai sofrer, mas eu não vejo o Scott sofrendo”, disse.
Além do encaixe técnico, O’Ward ressaltou o tamanho da referência que Dixon representa para ele dentro da categoria. “O Dixon continua sendo meu ídolo”, declarou.
A chegada de Dixon, portanto, acrescenta à McLaren um companheiro de equipe que, segundo O’Ward, combina experiência com um estilo de carro já próximo ao que ele próprio considera ideal.
Rosenqvist procurou O’Ward antes de voltar
O’Ward também revelou que Rosenqvist conversou com ele antes de acertar o retorno à McLaren para 2027. A consulta aconteceu ainda durante o processo de decisão do piloto, que já teve passagem anterior pela equipe.
Segundo O’Ward, a resposta foi de entusiasmo com a volta. “O Felix está animado para retornar”, afirmou.
Com isso, a McLaren reúne para 2027 O’Ward, um estreante no time como Dixon e um nome que já conhece a estrutura, caso de Rosenqvist. Dixon chega após fechar um ciclo de 25 temporadas na Ganassi, e Rosenqvist retorna depois de procurar O’Ward antes de bater o martelo sobre a mudança.