A nova saída aconteceu depois de uma relargada provocada após o acidente de Max Verstappen na primeira volta em Zandvoort. Foi nesse reinício que Antonelli conseguiu passar Norris, episódio que voltou a alimentar a discussão sobre o desempenho do britânico nas arrancadas.
Norris diz que suas saídas têm sido fortes
Ao comentar o que aconteceu, Norris rejeitou a avaliação de que ainda tenha um problema recorrente nesse fundamento. “Sou um dos melhores largadores do grid”, afirmou. Em seguida, reforçou a própria leitura: “Minhas largadas têm sido muito fortes.”
A explicação apresentada por ele passa pela diferença de aderência entre os lados do grid. Segundo Norris, a posição de pole ofereceu menos grip do que a segunda colocação, o que ajudaria a entender por que Antonelli conseguiu emparelhar e assumir a ponta na chegada à primeira curva.
Diferença de aderência no grid entrou na explicação da perda de posição
Norris disse que ainda não sabe exatamente por que a pole tinha menos aderência. “Não sei por quê. Preciso verificar”, declarou. A observação do piloto foi feita depois de ele identificar que o lado da pole voltou a apresentar essa limitação durante a corrida.
Na avaliação do piloto da McLaren, esse fator teve peso importante no que aconteceu na relargada. “Certamente, uma grande parte disso foi não entendermos por que eu tinha tão pouca aderência”, disse Norris, ao comparar a situação com outras referências dentro da equipe.
Além da perda de posição para Antonelli no reinício, Norris sustentou que a aderência menor na pole não foi um episódio isolado e voltou a ficar evidente ao longo da prova. Esse ponto passou a integrar a explicação dele para o lance em que deixou a liderança escapar por alguns instantes antes de recuperá-la no caminho para a vitória.