“É algo grande. Espero que as pessoas nos considerem como a segunda melhor equipe”, disse Kirkwood ao avaliar o desempenho da Andretti ao longo da temporada.
A equipe não conquista o campeonato desde 2012 e também convive com um jejum importante nas 500 Milhas de Indianápolis, onde não vence desde 2017. Desde 2020, a Andretti somou apenas um top-5 na prova, um recorte que ajuda a dimensionar a recuperação citada por Kirkwood em 2026.
Segunda metade da temporada marcou reação da Andretti
Kirkwood apontou a parte final do ano como o momento em que os resultados começaram a aparecer com mais consistência. “Nosso desempenho começou a aparecer a partir da segunda metade da temporada”, afirmou.
Entre os pontos de evolução da Andretti estavam a necessidade de melhorar a estratégia de corrida e reduzir erros nos boxes, fatores que vinham atrapalhando a equipe na briga mais alta do grid. O time também ainda tem espaço para crescer nos ovais curtos e nos circuitos mistos, dois cenários citados como áreas que podem ser aprimoradas.
A reorganização interna incluiu a chegada de Ron Ruzewski como novo chefe de equipe. Embora Kirkwood não tenha detalhado metas numéricas para o próximo campeonato, ele indicou que a Andretti encerra 2026 com uma base mais clara de trabalho.
Intertemporada abre preparação para o início de 2027
Ao projetar o próximo ano, Kirkwood destacou que a equipe entra no período sem corridas com um caminho mais definido. “Temos muito embalo para entrar na intertemporada e temos uma direção”, declarou.
A próxima etapa da Indy será o GP de São Petersburgo de 2027, programado para o período entre 5 e 7 de março. O grid do ano que vem também terá mudanças já conhecidas: Scott Dixon deixará a Chip Ganassi ao fim de 2026 para correr pela Arrow McLaren, enquanto Dennis Hauger defenderá a AJ Foyt Racing depois de ter sido eleito novato do ano da IndyCar em 2026.