Lawson foi chamado para substituir Isack Hadjar nas últimas três etapas, depois da fratura no pulso do piloto. Durante esse período, Yuki Tsunoda assumiu o lugar de Lawson na Racing Bulls, o que deixou as duas equipes envolvidas em um arranjo temporário enquanto Hadjar se recupera.
Lawson relata dificuldade para se preparar para dois carros
O ponto central para Lawson, segundo ele, não é apenas esperar pela decisão, mas lidar com a possibilidade de pilotar carros diferentes no próximo fim de semana. “A maior questão é a preparação. Me preparar para os dois é um pouco difícil”, afirmou.
Depois, o piloto detalhou que a indefinição também afeta o trabalho mental antes da etapa. “É bem complicado me preparar mentalmente sem saber qual carro eu vou pilotar”, disse Lawson.
O contexto técnico passa justamente pela adaptação a equipamentos distintos. Lawson já vinha alternando cenários dentro desse período de substituição e reconheceu que esse processo exige um tipo de preparação específico, já que a rotina de referência muda conforme o carro disponível para a etapa.
Recuperação de Hadjar segue em avaliação
A permanência de Lawson nesse movimento entre Red Bull Racing e Racing Bulls depende diretamente da evolução clínica de Hadjar. Laurent Mekies, chefe da Red Bull Racing, tratou o retorno do piloto com cautela, mesmo indicando progresso na recuperação.
“O que não queremos é que, ao antecipar o retorno, a gente comprometa a capacidade dele no longo prazo”, afirmou Mekies, ao comentar a situação de Hadjar.
Como a volta de Hadjar ainda depende de novas avaliações, a definição sobre a formação das duas equipes segue pendente. Até a próxima semana, Lawson continuará sem a confirmação de qual carro vai pilotar na próxima corrida, depois de já ter sido deslocado para cobrir a ausência de Hadjar e de ver Tsunoda ocupar sua vaga na Racing Bulls.