O relato aparece no contexto da sucessão de Pérez, encerrada com a escolha de Liam Lawson. Horner escreve que não se sentiu confortável com essa definição e, por isso, buscou outras alternativas no mercado antes da decisão final.
Alonso manifestou interesse em 2024
De acordo com Horner, Alonso demonstrou interesse em correr ao lado de Max Verstappen durante o GP do Japão de 2024. Ao lembrar o episódio, o ex-dirigente relata que a reação contrária veio de imediato dentro da estrutura da Red Bull. “Depois disso, Helmut deixou claro que eles não estavam nada satisfeitos com essa ideia”, escreveu.
Horner também afirma que percebeu que o bloqueio a nomes como Alonso e Leclerc não partia diretamente de Verstappen. “Percebi imediatamente que essa ordem não veio do Max”, registrou.
Leclerc foi tratado como opção forte, mas sem avanço
No caso de Leclerc, Horner revelou que conversou com o empresário do piloto durante o GP do Catar de 2023. Na visão dele, o monegasco reunia características que o colocavam entre os principais candidatos à vaga aberta na Red Bull.
Ao descrever o perfil de Leclerc, Horner escreveu que ele era “rápido, muito forte em volta única” e o classificou como um “piloto coletivo”. Mesmo com essa avaliação positiva, a tratativa não saiu do estágio inicial. “Não iria acontecer”, relatou.
Sainz também apareceu no radar para 2026
Além de Alonso e Leclerc, Horner cita Carlos Sainz como outro nome analisado pela Red Bull. Segundo ele, houve uma conversa sobre uma possível ida do piloto para a equipe em 2026. “Ele veio conversar sobre uma possível ida para a Red Bull em 2026”, escreveu.
As declarações foram publicadas por Horner em um relato autobiográfico, sem confirmação independente sobre os vetos mencionados. O ex-dirigente também não detalha de forma completa por que Alonso e Leclerc ficaram fora dos planos, embora registre que a escolha final acabou recaindo sobre Lawson, uma decisão com a qual diz não ter se sentido confortável.