A referência mais alta da lista segue com Lewis Hamilton, líder histórico no levantamento com 5.530 voltas na ponta e sete títulos mundiais. Michael Schumacher aparece em seguida com 5.111 voltas lideradas, enquanto Max Verstappen soma 3.501. Ayrton Senna tem 2.931 e Alain Prost aparece com 2.683.
Leclerc entra em grupo com campeões e com a exceção de Moss
A barreira das 1.000 voltas lideradas é alcançada por um número restrito de pilotos e reúne trajetórias muito diferentes dentro da Fórmula 1. Entre os nomes citados no levantamento, Moss é o caso fora da curva: mesmo sem ter sido campeão, acumulou 1.181 voltas na liderança e segue presente nessa lista histórica.
No caso de Leclerc, a nova marca se soma a um currículo que já tem nove vitórias e o vice-campeonato da temporada de 2022. O dado do GP da Espanha amplia a presença do piloto em um ranking dominado por nomes que passaram longos períodos disputando vitórias e campeonatos.
Distância para os líderes do ranking ainda é ampla
Embora a entrada no grupo de 1.000 voltas seja relevante, a diferença para os primeiros colocados ainda é grande. Hamilton e Schumacher estão acima da casa das 5.000 voltas lideradas, abrindo vantagem expressiva sobre o restante da lista histórica.
Verstappen já passou da marca de 3.500 voltas, enquanto Senna e Prost seguem entre os maiores registros do esporte, ambos acima de 2.600. A presença de Leclerc nessa relação, após o GP da Espanha, acrescenta seu nome a um recorte estatístico que inclui alguns dos pilotos mais vitoriosos da história da Fórmula 1.
Além de Hamilton, Schumacher, Verstappen, Senna, Prost e Moss, o levantamento citado pela categoria também reúne outros pilotos acima da marca de 1.000 voltas lideradas, reforçando o peso histórico do número alcançado por Leclerc nesta temporada de 2026.