A equipe trata o retorno com cautela e não trabalha com pressa para recolocar Hadjar no carro. A preocupação é evitar que uma volta antecipada atrapalhe a recuperação completa do piloto, que segue em tratamento após a fratura no punho.
Simulador será usado para recriar exigências de corrida
Laurent Mekies, chefe da Red Bull, explicou que o plano é expor Hadjar primeiro a condições próximas das enfrentadas em um fim de semana de Fórmula 1, mas em ambiente controlado. Segundo o dirigente, a equipe pretende “colocá-lo no simulador para expô-lo a situações reais”.
Esse passo faz parte do processo escolhido para medir como o punho reage a cargas e movimentos mais próximos da rotina de pista. Como Hadjar ainda convive com dores, a avaliação no simulador vira um filtro antes de qualquer decisão sobre seu retorno ao cockpit.
A ausência já se estende por três etapas, disputadas na Holanda, na Itália e na Espanha. Nesse intervalo, Lawson assumiu o papel de substituto e segue como a opção imediata da equipe enquanto Hadjar não recebe liberação para retomar as atividades normais.
Mekies descarta acelerar a volta ao RB22
Mekies também indicou que a prioridade da Red Bull é preservar a recuperação a longo prazo. “O que não queremos é que, com um retorno precoce, a gente comprometa a capacidade dele de voltar 100% mais adiante”, afirmou.
A fala do chefe da equipe coloca o cronograma de retorno diretamente condicionado à resposta física de Hadjar, e não apenas ao tempo já passado desde a lesão. Por isso, a avaliação no simulador aparece como etapa central do processo antes de qualquer reapresentação no carro.
Até aqui, o cenário na Red Bull permanece inalterado: Hadjar segue em recuperação da lesão no punho, ainda lida com dores da fratura, e Lawson continua assumindo o lugar do piloto enquanto a equipe evita estabelecer uma volta apressada.