“Foram quatro anos incríveis com Santino e o vínculo ainda não acabou”, afirmou Larry Foyt. Sobre a chance de uma inscrição extra na principal prova do calendário, o dirigente disse: “Definitivamente há potencial para isso.”
A definição do segundo titular da equipe para a temporada ainda passa pelo carro #4, que segue em aberto. Josh Pierson é o principal cotado para a vaga, enquanto Caio Collet negocia renovação.
Pacote financeiro pesa na escolha do carro #4
A disputa pelo assento do #4 tem componente financeiro importante. Pierson teria apresentado uma proposta de US$ 25 milhões por dois anos de contrato, e a equipe já admite que esse fator será determinante na escolha.
Em declaração anterior, Larry Foyt foi direto ao tratar do assunto: “O pacote financeiro vai ser preponderante no #4.”
Ferrucci ainda trabalhava para permanecer na estrutura. “Eu estou trabalhando em um contrato com a Foyt atualmente”, disse o piloto. Parte do cenário mudou com a migração dos principais patrocinadores que apoiavam Ferrucci para o carro de Hauger.
Pierson é favorito, mas ainda depende de liberação
Apesar do favoritismo, Pierson ainda não tem o aval da Indy para competir porque não cumpriu os requisitos exigidos. Entre os critérios citados estão duas vitórias ou uma colocação entre os três melhores da Indy NXT.
Larry Foyt defendeu a candidatura do piloto. “Acredito que Josh já mostrou o suficiente para merecer uma chance na Indy”, afirmou. Em outra avaliação, acrescentou: “Josh mostrou, no final desta última temporada da Indy NXT, que era o cara a ser batido.”
Se não assumir lugar no grid completo da temporada, Ferrucci mantém ao menos uma porta aberta para a Indy 500. O piloto soma oito participações na prova e terminou todas dentro do top-10.