A movimentação tira Collet da formação da equipe para 2027 e reduz as opções no mercado, que ainda tem quatro vagas abertas no grid para a próxima temporada. Pierson também chega ligado a um contrato de dois anos com aporte estimado em cerca de US$ 25 milhões.
“Correr na Indy sempre foi meu sonho, desde pequeno”, disse Pierson. O novo piloto da Foyt acrescentou que está “animado com o que Larry e todo o time estão construindo para o futuro”.
Nova regra de elegibilidade cercou a chegada de estreantes
A contratação acontece no momento em que a Indy passa a adotar novos requisitos de elegibilidade para novatos a partir de 2027. Entre os critérios anunciados pela categoria está a necessidade de vencer ao menos duas corridas na Indy NXT.
Pierson não atingiu essa marca em 2026. O piloto venceu a corrida 1 da etapa decisiva em Laguna Seca, mas encerrou o campeonato apenas na 11ª colocação e com uma vitória no total. Ainda assim, recebeu autorização para realizar um teste de avaliação em um carro da Indy.
Esse ponto técnico entrou no centro da situação do piloto para 2027, já que a estreia na categoria dependia de atender às exigências impostas pela própria Indy ou de obter a liberação necessária para seguir no processo de avaliação.
Foyt aposta no desenvolvimento de Pierson
Larry Foyt, presidente da Foyt, tratou a contratação como um projeto de evolução do piloto dentro da equipe. “Eu acredito no Josh e estamos animados por participar do desenvolvimento dele”, afirmou.
Pierson chega para ocupar uma das duas vagas do time ao lado de Hauger, enquanto Collet perde o assento que ocupava no #4. A Indy tem retorno programado para 2027 entre os dias 5 e 7 de março.