Bortoleto começou o ano com um nono lugar na Austrália e somou dois oitavos lugares seguidos na Grã-Bretanha e na Bélgica. O brasileiro também registrou a melhor posição de largada da Audi na temporada até aqui, ao sair em oitavo em Spa-Francorchamps, além de ter acumulado cinco resultados em 11º lugar em Mônaco, Espanha, Áustria, Hungria e Itália.
Do outro lado da garagem, Hülkenberg teve um início mais irregular em resultados brutos, sem largar na Austrália e com abandono em Miami, mas respondeu com pontuações importantes ao longo do campeonato. O piloto terminou em nono na Hungria, foi oitavo na Holanda e no GP de Madri, fechou o GP de Singapura também em oitavo e ainda pontuou na corrida sprint.
Bortoleto cresceu em ritmo de classificação
O empate entre os pilotos no confronto classificatório após o GP dos Estados Unidos ajuda a explicar por que a disputa interna ficou mais apertada. Bortoleto teve destaque especialmente em voltas rápidas e em pistas que exigem gestão de pneus, combinação que contribuiu para resultados consistentes perto da zona de pontos mesmo quando não conseguiu converter desempenho em pontuação.
Esse cenário aparece na sequência de cinco chegadas em 11º lugar, que manteve o brasileiro próximo dos pontos em diferentes etapas do campeonato.
Hülkenberg compensou com mais pontos no campeonato
Se Bortoleto avançou na performance de sábado, Hülkenberg ainda sustenta a dianteira no campeonato pela capacidade de transformar oportunidades em pontos. Parte da temporada do piloto foi afetada por problemas de confiabilidade, mas ele conseguiu construir sua vantagem com uma sequência de chegadas no top 10 ao longo do ano.
Ao comentar a primeira temporada da Audi, Hülkenberg resumiu o momento da equipe: “Estamos tentando construir uma equipe competitiva.” A diferença entre os dois pilotos, porém, é de apenas três pontos, com 13 para Hülkenberg e 10 para Bortoleto.
































