Dunne tratou a Indy como uma possibilidade real para o futuro, ainda que sua prioridade siga sendo a F1. “A Indy sempre foi uma categoria que me interessou”, afirmou após o teste.
Teste em Barber expôs diferenças técnicas para a Fórmula 2
Ao falar sobre a experiência, Dunne destacou as diferenças do carro da Indy em relação ao que pilota atualmente na Fórmula 2. Segundo o contexto do teste, o carro da categoria tem mais potência e mais pressão aerodinâmica do que os modelos da F2, o que muda a forma de pilotar e a exigência sobre o piloto ao longo da volta.
“O carro era muito legal, tinha bem mais potência”, disse Dunne. O traçado de Barber também adicionou um elemento importante à adaptação. O circuito foi descrito como um desenho mais tradicional, com menos áreas de escape, o que aumenta a cobrança por precisão.
Tipo de pista aparece entre os fatores que atraem Dunne
Outro ponto citado por Dunne foi a variedade de traçados encontrada na Indy. O piloto afirmou que gosta especialmente de circuitos de rua, um perfil presente no calendário da categoria. “Circuitos de rua são algo de que eu particularmente gosto”, afirmou.
Ao mesmo tempo, ele evitou tratar os ovais como um detalhe menor no eventual processo de mudança. “Correr em circuitos ovais não deve ser subestimado”, declarou, ao comentar um dos aspectos mais específicos da adaptação exigida na Indy.
A temporada 2027 da categoria terá início no GP de St. Pete, marcado para acontecer entre 5 e 7 de março.