Piastri relatou que a impressão surgiu no momento em que Hadjar voltou à pista depois de sua única parada. “Quando o Hadjar saiu dos boxes, parecia que ele tinha algum problema”, disse o piloto.
Na prática, porém, a dificuldade percebida por Piastri não mudou a ordem entre os dois. Hadjar sustentou o sexto lugar até o fim, enquanto o piloto da McLaren passou a parte final da prova mais preocupado com o carro de trás. “Eu estava me defendendo do George pelo restante da corrida”, afirmou Piastri.
Paradas em voltas diferentes definiram o duelo
Os dois pilotos seguiram estratégias diferentes ao longo das 56 voltas. Piastri fez sua parada cedo, na volta 15, trocando os pneus médios C3 pelos duros C2. Hadjar ficou mais tempo na pista e só foi aos boxes na volta 25, em uma corrida em que utilizou compostos C4 e C2.
A diferença de sequência ajuda a explicar por que Piastri viu o rival em situação vulnerável no retorno à pista, mas não conseguiu transformar isso em ultrapassagem ou aproximação real na classificação final. Quando a corrida entrou no stint decisivo, a margem para Hadjar permaneceu confortável, enquanto Piastri se manteve sob pressão de Russell.
Hadjar apontou perda de rendimento após o pit stop
Depois da prova, Hadjar detalhou o problema que enfrentou após a parada. Segundo o piloto da Red Bull, ele permaneceu com o mapeamento usado no pit stop, o que prejudicou o desempenho do carro em ritmo de corrida.
“Fiquei com o mapeamento da parada nos boxes, e isso nos custou um segundo por volta”, explicou Hadjar. A informação ajuda a contextualizar a impressão de Piastri logo na saída dos boxes, embora o piloto da Red Bull tenha conseguido administrar a situação e terminar em sexto, ainda à frente da McLaren.
































