Após a corrida, Norris afirmou que a diferença de desempenho já era esperada internamente para o fim de semana. “Ficou claro que a Mercedes ainda está em um patamar à parte em relação a nós”, disse o piloto da McLaren.
A leitura de Norris é que o quarto lugar refletiu um cenário que a equipe já tinha identificado antes mesmo das atividades na pista. “É frustrante, mas a gente já tinha falado isso antes do fim de semana”, afirmou.
McLaren aponta setores específicos do carro para evoluir
Norris indicou que a principal área de atenção da McLaren está no comportamento do carro em curvas de baixa e média velocidade. “Precisamos trabalhar nas curvas de baixa e média velocidade”, declarou.
Esses trechos apareceram como um dos pontos centrais na avaliação técnica feita após a prova. Além disso, a McLaren também trata como fatores importantes a estabilidade do carro e a velocidade em reta, itens que seguem no foco da busca por desempenho.
Sequência anterior não evitou limitação na Itália
A quarta colocação na Itália veio logo depois de duas vitórias consecutivas de Norris, na Hungria e na Holanda, mas o cenário do fim de semana foi diferente para a McLaren. Enquanto Norris ficou fora do pódio, a Mercedes transformou sua vantagem em uma dobradinha.
Na prática, a avaliação do piloto indica que a McLaren não atribuiu o resultado apenas a circunstâncias da corrida, mas a características de desempenho que já preocupavam a equipe antes da largada. A referência da etapa ficou com a Mercedes, vencedora com seus dois carros à frente do restante do grid.
Além de apontar a necessidade de avanço nas curvas lentas e médias, Norris citou a estabilidade do carro e a velocidade em reta como pontos relevantes no trabalho da McLaren depois da etapa em que a Mercedes terminou com Russell e Antonelli nas duas primeiras posições.