Andrea Stella, chefe da equipe, confirmou a chegada do novo pacote para a próxima etapa. “Temos algumas atualizações que vamos levar para Baku”, afirmou. Mesmo com as novidades, a avaliação interna é de que nem todo tipo de circuito permite explorar o melhor do MCL40.
Características do carro pesam na projeção para Espanha e Azerbaijão
A leitura da McLaren é que pistas com curvas curtas não favorecem o comportamento do carro. Por isso, tanto Baku quanto Madri aparecem como traçados que podem não se encaixar tão bem nas características do MCL40, apesar da atualização prevista para o Azerbaijão.
Monza também entrou nessa análise técnica. A equipe destacou a importância do arrasto como um fator relevante para o desempenho na Itália, em um fim de semana em que o resultado ficou abaixo do esperado. O entendimento é que esse tipo de exigência ajuda a explicar por que a McLaren não conseguiu repetir com a mesma força a competitividade mostrada em corridas anteriores.
Sequência recente teve vitórias de Norris e pistas mais favoráveis
Antes da etapa italiana, Lando Norris vinha de duas vitórias consecutivas, na Hungria e em Zandvoort. Nessas duas corridas, a McLaren esteve em posição de vencer, cenário que se encaixa melhor no perfil de pistas em que o MCL40 consegue explorar seus pontos fortes.
Stella evitou projetar uma resposta imediata apenas com base no bom momento recente. “Precisamos manter os pés no chão”, disse o chefe da McLaren ao tratar da sequência do campeonato e das expectativas para as próximas etapas.
Equipe vê adaptação melhor em outras pistas do calendário
Enquanto prepara as novidades para Baku, a McLaren entende que o carro tende a se adaptar melhor a circuitos como Malásia, Austin e Brasil. A avaliação da equipe indica que o potencial mostrado nas vitórias de Norris e nas atuações fortes na Hungria e em Zandvoort pode voltar a aparecer com mais clareza em traçados com características diferentes das encontradas nesta parte do calendário.