A regra da FIA determina 40 pontos somados em três temporadas. No caso de Kirkwood, a conta foi fechada com 30 pontos pelo vice-campeonato de 2026, mais 10 pelo quarto lugar em 2025 e 2 pelo sétimo lugar em 2024. Com isso, ele supera a linha de corte e entra no grupo de pilotos com pontuação suficiente para uma eventual inscrição na categoria.
Como Kirkwood fechou a conta exigida pela FIA
A pontuação de Kirkwood foi construída de forma progressiva nas últimas três temporadas consideradas. O salto decisivo veio em 2026, quando o vice-campeonato rendeu 30 pontos e transformou um cenário que ainda dependia dos resultados anteriores. O quarto lugar de 2025 acrescentou 10 pontos, enquanto a campanha de 2024 contribuiu com mais 2.
Esse total leva Kirkwood a 42, acima dos 40 pedidos pela FIA para a concessão da superlicença. A exigência é um dos requisitos centrais para que um piloto possa disputar a Fórmula 1.
Herta continua abaixo do mínimo necessário
Também ligado à Andretti, Colton Herta segue sem atingir a marca exigida. A situação atual do piloto passa pelo desempenho na Fórmula 2, em que ele aparece apenas na 17ª colocação, posição insuficiente para completar a pontuação necessária.
O caminho de Herta rumo à F1 já havia envolvido uma passagem planejada pela F2. Dan Towriss, CEO da TWG Motorsports, foi citado por ter idealizado a ida do piloto para a categoria de base, movimento ligado às tentativas de viabilizar esse objetivo.
Calendário da Indy já aponta para 2027 e para o IR-28
Fora da discussão sobre superlicença, a Fórmula Indy já tem dois compromissos definidos no horizonte próximo. Os testes do IR-28 estão marcados para os dias 9 e 10 de setembro, no Indianapolis Motor Speedway.
Depois dessa atividade, a próxima etapa da categoria será o GP de São Petersburgo, previsto para março de 2027.