O ex-piloto Ralf Schumacher disse que nunca tinha visto o chefe da Ferrari daquela forma. “Acho que nunca o vi tão abalado”, afirmou. Segundo ele, a pressão sobre Vasseur aumentou em meio à cobrança por resultados. “Há realmente muita pressão sobre ele”, disse.
O resultado ganhou ainda mais peso pelo cenário criado ao longo da temporada, em que a Ferrari vinha sendo colocada como candidata ao título. Em casa, porém, a atuação ficou aquém do esperado e frustrou a expectativa por um resultado mais forte.
Acidentes e estratégia marcaram a corrida da Ferrari
A prova da equipe foi comprometida por dois momentos decisivos. Logo no início, Hamilton e Leclerc se envolveram em um toque nas primeiras curvas. Mais tarde, Leclerc perdeu o carro e acertou as barreiras de pneus na curva 11, encerrando de vez qualquer possibilidade de reação mais consistente da Ferrari.
Após a corrida, Vasseur defendeu as decisões tomadas pela equipe. Ao comentar a ausência de ordens de equipe antes do incidente entre os pilotos, ele afirmou: “O desfecho das curvas 1 e 2 não foi positivo para a equipe.” Na mesma linha, acrescentou: “Acho que era cedo demais para fazer isso antes de Monza.”
Hamilton também criticou a estratégia da Ferrari, por entender que ela lhe custou a chance de terminar entre os cinco primeiros.
Pressão cresce com expectativas altas sob o novo regulamento
Schumacher também levantou dúvidas sobre as consequências internas do fim de semana para Vasseur, embora sem apontar qualquer decisão concreta. “Não tenho tanta certeza do que isso significa para Fred Vasseur”, afirmou.
John Elkann, presidente-executivo da Ferrari, acompanhou o GP da Itália in loco. A equipe agora tenta reagir em meio a expectativas elevadas sob o novo regulamento e já mira evolução para o GP da Espanha inaugural.
































