Segundo Hamilton, a ruptura aconteceu quando ele pressionava para competir na GP2. Na visão dele, havia condição de vencer já na temporada de estreia na categoria. Ao recordar o episódio, resumiu a situação de forma direta: “A gente acabou saindo de um contrato, o que foi meio louco”.
A fala resgata uma fase de transição importante na carreira do piloto, em um momento em que ele ainda tentava transformar o caminho nas categorias de base em uma vaga na Fórmula 1. A separação com a McLaren ocorreu antes de sua chegada à GP2 e antes da definição de seu futuro na categoria principal.
Vitórias na Fórmula 3 recolocaram Hamilton no radar
Hamilton recuperou o vínculo com a McLaren depois de vencer corridas na Fórmula 3. Ao falar dessa etapa, ele também citou o trabalho com Frederic Vasseur e definiu aquele período como marcante em sua formação.
“Foi uma fase interessante da minha vida”, afirmou Hamilton, ao relembrar o período na Fórmula 3. Os resultados ajudaram a reconstruir a ligação com a McLaren depois do rompimento de 2005.
Essa retomada recolocou o piloto no caminho que ele buscava desde o início: a chance de seguir subindo nas categorias e voltar a se aproximar de um projeto de Fórmula 1. O reencontro com a McLaren veio antes do passo seguinte, já na GP2.
Título da GP2 abriu caminho para a vaga na McLaren
Em 2006, Hamilton conquistou o título da GP2 e fortaleceu de vez sua candidatura a um lugar no grid da Fórmula 1. A temporada serviu como a etapa final antes da promoção para a categoria principal.
Ao lembrar de um momento em Monza ao lado de Ron Dennis, Hamilton disse: “Aquele foi mais ou menos o momento em que a minha vida realmente mudou”. No ano seguinte, em 2007, ele estreou na Fórmula 1 pela McLaren.