Ao comentar a novidade, Bottas também citou Kimi Raikkonen. “Sim, é uma ótima notícia e muito legal para o Kimi também”, afirmou.
Bottas afirmou que vê um período menos movimentado para a formação de pilotos finlandeses rumo à Fórmula 1. Segundo ele, a ideia de ajudar jovens do país já vem sendo considerada, embora ainda não exista um nome específico que ele acompanhe de perto neste momento.
Bottas aponta queda no fluxo de pilotos finlandeses
A avaliação de Bottas parte de um cenário diferente do histórico da Finlândia na categoria. O país já teve três campeões mundiais na Fórmula 1: Keke Rosberg, Mika Hakkinen e Kimi Raikkonen. Mesmo com essa tradição, Bottas disse que o surgimento de novos nomes ficou mais discreto recentemente.
“Tenho pensado nisso, porque tem sido um pouco silencioso quando se trata de pilotos vindos da Finlândia recentemente”, declarou Bottas.
O piloto também afirmou que ainda não encontrou um jovem competidor para orientar mais de perto. A menção a Robin Raikkonen, porém, coloca um novo nome finlandês em evidência dentro de uma estrutura importante de formação, a da Red Bull Racing.
Movimento de veteranos e projetos para formação de talentos
A possibilidade de Bottas participar desse processo aparece em um contexto mais amplo no paddock. Max Verstappen acompanha o jovem Dries Van Langendonck, enquanto Lando Norris criou a LN4 Fusion, projeto voltado ao desenvolvimento de talentos.
Sergio Perez, citado como companheiro de equipe de Bottas, também trabalha em um projeto nos bastidores. Em paralelo, David Coulthard comparou o caminho de Robin Raikkonen ao de Max Verstappen no podcast Up to Speed, em uma avaliação que relaciona a trajetória no kart com a passagem para carros de Fórmula 1.
Por enquanto, Bottas não indicou quando ou de que forma pretende entrar de maneira prática nesse processo, mas afirmou que o tema já está no radar justamente pela falta de novos pilotos finlandeses surgindo com mais frequência.