Segundo o relato do episódio, Gasly estava à frente de Colapinto em ritmo lento, e a equipe não pediu que ele abrisse espaço. A situação gerou forte reação de parte dos torcedores argentinos nas redes, com mensagens direcionadas ao francês após a corrida.
Briatore condiciona entrevistas ao fim dos ataques
Briatore direcionou o recado à imprensa argentina ao tratar da escalada do caso. Ao falar sobre uma possível mudança no acesso a Colapinto, ele disse: “Se isso continuar, vai chegar uma hora em que Franco não vai mais falar com ninguém”.
O dirigente da Alpine também cobrou outro tipo de apoio ao piloto argentino. “Vocês têm sorte de ter, na Argentina, um piloto promissor”, afirmou Briatore, ao pedir que o suporte a Colapinto não se transforme em ataques contra Gasly.
A ameaça de restringir entrevistas não foi apresentada como uma punição ao piloto, mas como resposta ao ambiente criado após o incidente e à continuidade das ofensas contra o companheiro de equipe.
Gasly relata ameaças contra ele e a família
Gasly confirmou que ele e familiares têm sido alvo de ameaças online desde o episódio. Ao comentar a situação, o piloto da Alpine classificou o nível das mensagens como inaceitável: “A dimensão das ameaças e dos ataques é completamente inadequada”.
O caso ganhou peso dentro da equipe porque não se trata apenas de críticas esportivas pela condução da corrida. A repercussão passou a envolver ofensas pessoais e ameaças, inclusive contra pessoas da família de Gasly.
O incidente citado aconteceu durante uma corrida disputada no Madring, no contexto do GP da Espanha. A posição de Briatore foi ligar qualquer continuidade desse comportamento a uma possível interrupção das entrevistas de Colapinto, medida mencionada por ele ao falar diretamente sobre a cobertura argentina do caso.
































