“Estávamos até mais rápidos do que os carros da Ferrari”, disse Alonso após a corrida. O piloto também comemorou o resultado para a equipe: “Estou feliz pela equipe. Não são muitos os fins de semana em que conseguimos marcar pontos”.
O fim de semana já havia mostrado os dois carros da Aston Martin no Q2, com Alonso em 12º no grid de largada e Stroll em 14º. Na corrida, o safety car embaralhou o pelotão e abriu a oportunidade para o espanhol avançar, enquanto George Russell abandonou por problema técnico e Lando Norris saiu da pista durante essa intervenção.
Alonso faz elogio ao ritmo, mas trata desempenho com cautela
Apesar da comparação favorável com a Ferrari, Alonso afirmou que ainda esperava mais da Aston Martin ao longo da prova. “Eu esperava um pouco mais do nosso ritmo de corrida”, afirmou. O AMR26 usado pela equipe foi projetado por Adrian Newey e é equipado com motor Honda.
A análise do espanhol veio acompanhada de cautela sobre o peso desse desempenho. A leitura é de que o rendimento pode ter sido específico daquela pista, sobretudo depois das dificuldades mostradas em outras etapas, com problemas ligados ao motor Honda em fins de semana anteriores.
Stroll também viu chance de top 10
Stroll terminou fora da zona de pontos, mas disse que a equipe estava na disputa direta pelas primeiras dez posições. “Estávamos na briga pelo top 10”, afirmou o companheiro de Alonso.
No campeonato, Alonso passou a ter sete pontos, mesma marca de Esteban Ocon, da Haas, Nico Hulkenberg, da Audi, e Carlos Sainz, da Williams. A corrida também teve pit stop de Bortoleto, outro dos elementos de uma prova movimentada em que a Aston Martin aproveitou a janela aberta pelo safety car e o uso de pneus slicks para transformar a presença no Q2 em um oitavo lugar.