Hadjar foi terceiro no grid do Bahrein, mas terminou a prova em oitavo por causa de uma punição relacionada ao motor. Depois, fechou outra corrida em quinto, perdendo posições para as duas Ferrari. Mesmo assim, o francês acumulou nove resultados consecutivos no top-6 antes e depois de um período afastado por lesão e ainda entregou o primeiro pódio duplo da Red Bull em dois anos e meio desde Baku.
Nova fase do carro entra na comparação com Lawson
Chandhok resumiu a leitura sobre o cenário da Red Bull com uma frase direta: “O timing é tudo neste esporte.”strong> Na sequência, ele associou a chegada de Hadjar ao momento técnico da Fórmula 1. “Ele chegou à equipe justamente quando houve um novo regulamento”, afirmou.
No contexto atual, os carros de 2026 passaram a exigir mais gerenciamento de energia, o que reduziu a margem para os pilotos encontrarem tempo de volta só no braço. Ao mesmo tempo, a Red Bull ficou com um acerto descrito como mais neutro sob o novo regulamento.
Lawson, que acabou devolvido à Racing Bulls depois de duas corridas, já havia dito que o carro novo era mais fácil de guiar do que o RB21. Segundo Max Verstappen, o neozelandês foi competitivo de imediato na Red Bull.
Números de Lawson e histórico recente da vaga
Mesmo fora do time principal, Lawson somou 14 pontos em três corridas, e sua diferença média para Verstappen caiu de oito décimos para menos de três décimos nesta temporada.
O debate sobre a segunda vaga da Red Bull ganhou força depois da saída de Sergio Perez ao fim de 2024 e de Yuki Tsunoda deixar o grid após a temporada de 2025. Com a sequência recente de Hadjar, a avaliação sobre a dificuldade desse assento mudou em comparação com o que se via até pouco tempo atrás.