Lawson acumulou episódios que ajudaram a alimentar essa percepção. Depois da Sprint dos Estados Unidos de 2024, ele foi confrontado por Fernando Alonso. Na corrida do México daquele mesmo ano, bateu com Sergio Perez, que o chamou de “idiota” no rádio. Durante a prova, Lawson ainda mostrou o dedo do meio para o mexicano.
Em 2025, a lista de ocorrências aumentou. Lawson somou pontos na superlicença por incidentes envolvendo Lance Stroll, Nico Hulkenberg, Alonso e Oliver Bearman. Ele também foi o único piloto punido naquela temporada por direção errática.
Relato interno contrasta com imagem entre adversários
Mesmo com esse histórico, um relato publicado pelo The New Zealand Herald a partir de fontes da Racing Bulls descreve Lawson como uma espécie de “mentor” de Isack Hadjar. A mesma linha indica que o neozelandês ajuda jovens promessas do programa da Red Bull e é tratado internamente como um dos pilotos mais altruístas do grid.
Essa versão contrasta com a percepção externa. O jornal suíço Blick publicou que Lawson é “impopular com quase todos” os seus rivais na Fórmula 1, retratando um isolamento bem diferente da imagem passada por quem convive com ele dentro da equipe.
Disputa por vaga futura segue no radar da Red Bull
O cenário esportivo também mantém Lawson sob observação para os próximos passos da Red Bull. Há a possibilidade de uma escolha futura entre ele e Arvid Lindblad para uma vaga na formação principal do grupo, embora relatos apontem que a Racing Bulls deve manter sua atual dupla na próxima temporada.
Além de Hadjar, outro nome do programa que aparece nesse contexto é Nikola Tsolov, citado entre os jovens acompanhados pela estrutura ligada à Red Bull. A discussão sobre Lawson, portanto, vai além dos incidentes em pista e entra diretamente na avaliação interna sobre quem pode ocupar espaço no projeto nos próximos anos.