Leclerc explicou que, no momento em que percebeu a perda de desempenho do adversário, entendeu a situação como algo pontual, e não como um problema persistente. Por isso, não usou imediatamente a energia disponível para atacar. Quando a leitura da corrida mudou, a oportunidade já havia passado.
“Eu sempre achei que fosse algo isolado, então não estava realmente usando minha bateria”, afirmou Leclerc. Na sequência, resumiu o efeito da decisão: “Já era tarde demais para eu usar minha energia.”
Problema de deployment de Verstappen abriu uma janela
Verstappen enfrentou problemas de deployment em Marina Bay, situação que afeta a disponibilidade total de potência ao longo da volta. Nesse cenário, um rival pode tentar aproveitar momentos de menor aceleração ou dificuldade de defesa, especialmente em uma corrida em que a gestão de energia tem peso importante.
Leclerc disse que, olhando para trás, uma reação mais agressiva no início da prova poderia ter feito diferença. “Talvez, claro, no primeiro stint isso teria ajudado”, comentou o piloto da Ferrari.
A avaliação de Leclerc foi de que a chance apareceu justamente quando ainda havia margem para mudar o rumo da disputa. Sem usar a bateria no momento em que Verstappen apresentava a limitação de potência, ele perdeu a possibilidade de transformar a aproximação em pressão direta na briga pela liderança.
Largada também entrou na análise de Leclerc
Ao comentar os primeiros metros da corrida, Leclerc relatou que a reação foi imediata, sem tempo para um cálculo mais detalhado da situação. “Você não tem muito tempo para pensar nesses momentos”, disse.
Ele também descreveu o movimento que tentou fazer logo após apagar das luzes: “Eu larguei muito bem, então fui para o lado dele.”
O segundo lugar em Singapura representou o primeiro pódio de Leclerc desde a pausa de verão da Fórmula 1.
































