A colisão ocorreu na parte final da prova e foi analisada pelos fiscais, que optaram por não aplicar sanção após o lance. Lawson, porém, discordou da avaliação e fez uma comparação com um episódio que viveu anteriormente em outra etapa da temporada.
Lawson vê semelhança com caso que enfrentou antes
Ao comentar a decisão, Lawson afirmou que enxergou paralelos entre o toque em Singapura e uma situação pela qual já passou. “Sinceramente, achei bem parecido com o que aconteceu comigo em Baku”, disse.
O piloto também afirmou que sua leitura do incidente passa pela experiência de já ter estado em posição semelhante. “Eu consigo me colocar um pouco mais na situação dele, porque já passei por isso”, declarou, em referência ao cenário enfrentado por Piastri após a batida.
As falas de Lawson foram dadas depois da Sprint, em que ele acompanhava de perto a disputa entre os dois carros da McLaren. A sequência do lance acabou mudando a ordem de chegada entre os pilotos que brigavam por pontos no grupo intermediário.
Choque mudou a classificação na reta final da Sprint
Com Piastri fora da corrida, Norris ainda conseguiu levar o carro até a bandeirada e terminou em oitavo lugar. Lawson, que vinha imediatamente atrás no momento do incidente, herdou posições e fechou a prova em quinto.
Na visão do piloto, o momento da corrida também deve entrar na avaliação sobre o tipo de risco assumido na manobra. “Na última volta, não tem tanta coisa em jogo em termos de pontos; eu acho que não vale a pena”, afirmou.
A decisão dos comissários manteve inalterado o resultado da Sprint, com Norris classificado em oitavo e sem punição pelo contato que tirou Piastri da corrida.
































