Gasly evitou atacar diretamente os comissários, mas deixou clara a discordância com o desfecho. “Temos comissários para isso. Eles tomaram a decisão”, afirmou. Em seguida, apontou a consequência esportiva que a punição teria para ele: “Eu teria marcado um ponto se o Lando tivesse sido punido”.
Gasly usa Baku como comparação para cobrar critério
Ao comentar o toque entre os carros da McLaren, Gasly recorreu ao precedente envolvendo Colapinto. No Azerbaijão, o piloto foi considerado culpado por um incidente que terminou com a eliminação dos dois carros da Alpine. Na avaliação dos comissários, Colapinto travou as rodas com mais força do que o normal, o que levou à punição.
Foi esse contraste que Gasly levou para a discussão em Singapura. Além de citar o episódio anterior, ele também observou o fato de o contato recente ter ocorrido entre companheiros de equipe. “Você não deve simplesmente bater no seu companheiro”, disse.
O acidente em Baku provocou reação forte dentro da Alpine. Flavio Briatore, chefe da equipe, ficou furioso com Colapinto depois da batida que tirou os dois carros da corrida.
Outro caso em Baku terminou sem punição
A comparação feita por Gasly acontece em meio a outro antecedente recente analisado pelos comissários. Na relargada da corrida em Baku, Liam Lawson e Arvid Lindblad apareciam em 12º e 14º quando se envolveram em uma colisão. Naquele caso, os comissários também decidiram não aplicar punição a Lindblad.
Depois da prova, Lawson tratou o episódio de forma breve e sem contestação pública. “Obviamente, eu não vou protestar contra o meu companheiro”, afirmou.
































