Na projeção da fornecedora, há duas opções para quem largar de Macios e uma terceira para quem iniciar a corrida com Médios. A base do estudo é uma corrida resolvida com apenas uma visita aos boxes, embora a execução possa mudar conforme o desgaste dos compostos e a dinâmica da prova.
As três opções de stint previstas para a corrida
A primeira estratégia indicada começa com pneus Macios e prevê a troca para os Médios entre as voltas 26 e 32. É a janela mais tardia entre as três opções principais desenhadas para a corrida.
A segunda também parte dos Macios, mas leva os carros para os Duros no segundo stint, com parada entre as voltas 23 e 29. Já a terceira sugestão é abrir a prova com Médios e completar o restante com Duros, em uma troca entre as voltas 25 e 31.
As três combinações mantêm a corrida dentro de um intervalo relativamente próximo de pit stop, mas com diferenças no comportamento esperado em cada fase do GP. A escolha do composto inicial altera o ganho na largada e também o ponto em que o piloto pode entrar nos boxes sem sair tanto da lógica de uma parada só.
Macios ganham na largada; Médios e Duros ampliam a distância
Na avaliação da Pirelli, os pneus Macios entregam a melhor resposta na saída. “Os Macios oferecem a melhor aderência na largada”, informou a fabricante ao explicar por que o composto aparece nas duas primeiras alternativas de corrida. Em outra observação sobre esse cenário, a empresa classificou o C5 como “uma alternativa particularmente interessante”.
Os números divulgados pela Pirelli ajudam a detalhar essa vantagem inicial. Segundo a fornecedora, os Médios chegam a 150 km/h com uma diferença de 1,95 metro em relação aos Macios. No caso dos Duros, a desvantagem é maior: 3,82 metros.
Esse quadro ajuda a entender por que os Macios aparecem como opção de largada em dois dos três caminhos principais, enquanto os Médios surgem como alternativa para quem preferir abrir mão da melhor aderência inicial e estender o primeiro stint antes de fechar a prova com os Duros.