Horner foi demitido da Red Bull há mais de um ano e recebeu 100 milhões de libras como compensação pela saída em 2025. Mesmo fora da equipe, ele voltará ao noticiário com o lançamento do livro ainda neste mês.
Schumacher reprova o timing do lançamento
Ao comentar a escolha da data, Schumacher foi direto: “Acho isso absolutamente terrível”.
O ex-piloto também criticou o fato de Horner voltar a expor episódios da própria trajetória depois do fim de sua passagem pela Red Bull. “Eu realmente acho uma pena que ele esteja trazendo tantas coisas à tona depois de uma carreira tão grande”, afirmou.
As declarações foram dadas no contexto da repercussão em torno do conteúdo da autobiografia e do simbolismo do 22 de outubro dentro da história da Red Bull.
Ex-piloto destaca reestruturação sob Mekies
Schumacher também falou sobre o momento atual da equipe e citou os resultados recentes como parte desse cenário. Desde a saída de Horner, a Red Bull foi reestruturada sob Laurent Mekies, enquanto Max Verstappen venceu na Malásia e conquistou a pole position em Singapura.
Ao tratar do desempenho do carro, Schumacher elogiou Pierre Wache e o grupo técnico da Red Bull. “Agora ele e sua equipe construíram algo que funciona superbamente em pistas muito diferentes”, disse.
Schumacher ainda incluiu Mekies entre os responsáveis pela fase atual da equipe: “Claro que o Laurent Mekies também merece elogios”.
O lançamento de Drive está marcado para 22 de outubro, exatamente a mesma data lembrada por Schumacher ao criticar a escolha de Horner.