Depois da sessão, Leclerc apontou o comportamento do carro como o principal problema no fim de semana. “Quando vejo a diferença para o George, ela é realmente muito grande”, afirmou o piloto da Ferrari.
O resultado teve peso extra porque Leclerc já havia conquistado quatro poles no Azerbaijão em outras edições. Desta vez, porém, ele não conseguiu repetir o domínio em volta lançada em uma pista em que seu retrospecto era especialmente forte.
Velocidade em reta melhorou, mas não resolveu o principal problema
A Ferrari mostrou evolução de velocidade em reta no Azerbaijão, um ponto relevante em um traçado com reta principal de 1,4 milha. Ainda assim, isso não bastou para colocar Leclerc na disputa direta pela pole.
Segundo o piloto, a dificuldade maior esteve na forma como o SF-26 reagiu ao longo do fim de semana. “De maneira geral, a previsibilidade do carro esteve realmente muito difícil neste fim de semana”, disse Leclerc.
A combinação entre uma Ferrari mais eficiente em reta e um carro considerado instável pelo piloto ajuda a explicar por que Leclerc terminou a classificação na primeira fila, mas sem conseguir se aproximar do tempo de Russell.
Punições mexem no grid além da disputa pela pole
A definição do grid também teve alterações fora da briga pela primeira posição. Carlos Sainz recebeu punição de cinco posições por não reduzir a velocidade sob bandeira amarela.
Sergio Perez também foi penalizado e perderá três posições no grid por atrapalhar Oscar Piastri durante a classificação.
Com isso, a formação do grid de largada para a corrida terá mudanças além da pole de Russell e do segundo lugar de Leclerc, com duas punições aplicadas por incidentes diferentes na sessão classificatória.