O tema surgiu depois de Verstappen conversar com Kimi e Robin durante o GP da Itália. Ao comentar a entrada do jovem no projeto da Red Bull, o piloto afirmou: “É legal ver isso.” Em seguida, ao ser questionado sobre a hipótese de ter de deixar a equipe no futuro para ceder lugar ao novo integrante da academia, respondeu: “Sim, quem sabe. Talvez sim, talvez não.”
Robin entra na base da Red Bull a partir de 2027
Robin Räikkönen ainda compete no kart e será acompanhado pela estrutura de desenvolvimento de pilotos da Red Bull, que busca talentos com potencial de chegar à Fórmula 1. A entrada do filho de Kimi amplia essa linha de formação da equipe, que costuma recrutar nomes ainda muito jovens para acompanhar a evolução nas categorias de base.
A contratação também conecta duas gerações dentro do mesmo projeto. Kimi teve carreira consolidada na Fórmula 1, enquanto Robin começa a dar os primeiros passos no automobilismo com suporte de uma das principais academias de pilotos do grid.
Verstappen lembra caminho parecido no início da própria trajetória
O próprio Verstappen passou por esse modelo da Red Bull no começo da carreira. Ele entrou no programa de jovens pilotos da marca no fim de 2014 e recebeu a garantia de uma vaga na Fórmula 1 para a temporada seguinte.
Desde então, a Red Bull manteve a política de investir em formação para abastecer suas equipes com novos nomes. Robin chega a essa estrutura ainda no kart, em uma fase bem anterior à que Verstappen vivia quando foi integrado ao programa.
A conversa entre Verstappen, Kimi e Robin durante o fim de semana na Itália antecedeu a repercussão pública da contratação, e foi nesse contexto que o atual piloto da Red Bull comentou a novidade envolvendo o filho do ex-piloto finlandês.