“Não sei se esta é a última vez que vou correr na Espanha, então vamos aproveitar ao máximo”, disse Alonso.
A prova marcou a primeira corrida no Madring, em 17 de setembro de 2026. Alonso terminou em 17º depois de ter o carro “seriamente danificado” em um incidente com Carlos Sainz, em um fim de semana que acrescentou frustração esportiva a um cenário já cercado por dúvidas sobre seu futuro.
Contrato termina em 2026 e Aston Martin vive temporada de poucos resultados
O ponto objetivo no momento é que o vínculo de Alonso se encerra em 2026. Até aqui, ele marcou os três únicos pontos da Aston Martin na temporada, o que o mantém como o único piloto da equipe a pontuar no campeonato.
O desempenho do carro também aparece no centro do contexto. A Aston Martin tem ficado abaixo do esperado ao longo do ano, e isso tem afetado o ambiente interno da equipe. Alonso também convive com insatisfação em relação ao regulamento atual, outro elemento citado no momento em que crescem as especulações sobre uma possível saída ao fim do contrato.
Resultado em Madri ampliou o clima de incerteza
A passagem por Madri reuniu vários fatores negativos de uma só vez: a estreia do circuito, a corrida em casa, o acidente com Sainz e a chegada apenas em 17º. Sem confirmação oficial sobre aposentadoria, o cenário segue aberto, e a própria fala de Alonso foi apresentada como uma possibilidade, não como anúncio definitivo.
Também não há confirmação de que aquela tenha sido de fato sua despedida das corridas na Espanha. O que existe, por enquanto, é a combinação entre contrato no fim, rendimento fraco da Aston Martin, descontentamento com as regras atuais e um fim de semana em que Alonso levantou publicamente a hipótese de não voltar a correr no país.
Além do 17º lugar em Madri, Alonso deixou a etapa ainda como responsável por todos os pontos da Aston Martin em 2026, enquanto a equipe tenta reagir em uma temporada de desempenho limitado.