Bortoleto disputará a corrida no circuito que fará sua primeira aparição na categoria. O traçado tem 5,416 quilômetros, 22 curvas e trechos de alta velocidade, além de características que aumentam a exigência dos pilotos em um circuito de rua, com muros próximos e setores com pouco espaço para correção de erro.
Madring estreia com pontos de alta exigência
Um dos trechos que mais chama atenção é a curva La Monumental, com 550 metros de extensão e 24% de inclinação. Bortoleto classificou o circuito como “muito único” e desafiador, em um fim de semana em que a adaptação inicial pode pesar no resultado.
Ao falar sobre a abordagem necessária em pistas novas, o brasileiro destacou a importância de começar o fim de semana já em alto nível. “O mais importante em pistas novas é você já começar lá no topo”, afirmou.
Testes da F3 indicaram dificuldade de adaptação
Os primeiros sinais sobre a complexidade do Madring apareceram nos testes da Fórmula 3, que tiveram 19 bandeiras vermelhas em dois dias. George Russell disse ter ficado surpreso com o número de interrupções, enquanto Carlos Sainz apontou o desenho da pista e a proximidade das barreiras como fatores que devem transformar o circuito em um dos maiores desafios do calendário.
Bortoleto também comentou o efeito da adrenalina em uma pista com esse perfil. “Isso acontece com toda certeza. Acho que você está numa adrenalina tão grande”, afirmou, ao falar sobre a sensação no momento da corrida.
Apesar do nível de exigência da estreia em Madri, o piloto da Audi vê possibilidade de brigar no pelotão intermediário. “Acho que sim, temos boas chances de lutar por pontos neste final de semana”, disse Bortoleto.