A Mercedes chega à etapa após a vitória de Russell na sprint em Zandvoort e o terceiro lugar na corrida principal. Ainda assim, o britânico adotou cautela ao projetar a próxima rodada. “Acho que um segundo e um terceiro lugares e uma vitória na sprint foram melhores do que o desempenho real”, afirmou.
Russell também colocou a McLaren como principal referência do grid neste momento. “A McLaren é definitivamente a equipe a ser batida neste momento”, disse o piloto da Mercedes.
Monza pode equilibrar forças pelo peso da unidade de potência
Na avaliação de Russell, Monza oferece uma oportunidade melhor para a Mercedes por causa das características da pista, especialmente pela importância da unidade de potência nas longas retas. O piloto lembrou ainda que a equipe considera ter um dos melhores motores desta nova geração, embora também tenha citado a Red Bull como dona de uma unidade de potência competitiva.
Mesmo com esse contexto técnico favorável, Russell evitou colocar a Mercedes à frente das rivais. “Não sei se podemos dizer que somos favoritos neste fim de semana”, afirmou. Em seguida, resumiu a expectativa para a etapa: “Acho que pode ser uma luta entre quatro equipes”.
Ferrari terá novidades e Antonelli já está no fim do grid
Outro fator citado por Russell é a Ferrari, que vai estrear melhorias em Monza. A expectativa interna da Mercedes, portanto, não é de vantagem isolada, mas de um cenário mais apertado entre as equipes que brigam na frente.
Do lado da Mercedes, Kimi Antonelli já tem uma penalização confirmada e vai largar do fim do grid. Segundo Russell, o companheiro está disposto a ajudá-lo na classificação, dentro do trabalho conjunto da equipe. “É assim que funcionamos como equipe”, declarou.
Russell também terá de cumprir uma penalização por troca de motor antes do fim da temporada, o que mantém aberta a gestão dos componentes da unidade de potência pela Mercedes nas próximas etapas.