As punições somam dez segundos ao tempo final de Gasly e estavam ligadas a excesso de velocidade no pit lane. Com a mudança no resultado oficial, Hadjar termina à frente de Oscar Piastri, Liam Lawson e Arvid Lindblad.
A Red Bull comemorou o desfecho do caso. Em comunicado, a equipe afirmou: “Estamos muito satisfeitos com a decisão da Corte Internacional de Apelação da FIA”. Em outro trecho, acrescentou: “Todos na Oracle Red Bull Racing estão muito felizes por o desempenho excepcional de Isack em Mônaco ter sido restabelecido”.
Recurso recolocou em vigor as duas sanções
O caso teve idas e vindas antes da decisão final. Em um primeiro momento, a Alpine apresentou novas evidências e conseguiu a revisão da punição, depois que a FIA identificou um erro na medição da distância usada para calcular a velocidade de Gasly. A partir dessa reavaliação, as sanções haviam sido retiradas.
Na etapa seguinte, porém, o protesto apresentado por Red Bull e McLaren foi aceito, e a Corte Internacional de Apelação recolocou em vigor as duas punições de cinco segundos. A própria FIA descreve a Corte Internacional de Apelação como o órgão responsável por julgar recursos.
Hadjar volta a ter o terceiro lugar confirmado
Antes da decisão definitiva, Hadjar já havia herdado a terceira posição quando Gasly perdeu o lugar e chegou a participar da cerimônia do pódio. Com o julgamento da apelação, o resultado voltou a ser oficialmente reconhecido.
A Red Bull também divulgou que considerou importante a confirmação do entendimento adotado no caso. Segundo a equipe, “estamos satisfeitos que a Corte Internacional de Apelação tenha agora confirmado essa visão”.
A Alpine havia feito o pedido anterior para retirar as punições de Gasly, mas o julgamento final restabeleceu as sanções e consolidou a classificação com Hadjar em terceiro no GP de Mônaco.
































