O resultado também muda o cenário pessoal de Preece às vésperas da fase decisiva. Depois da vitória, ele resumiu a sensação em tom direto: “Sinto como se estivesse no topo do Everest agora”.
Embora a avaliação aponte Preece em alta, o próprio recorte usado para montar as notas ainda é tratado com cautela por causa da amostra reduzida. Mesmo assim, ele aparece entre os nomes mais bem colocados no grupo que inicia a briga pelo campeonato.
Penske chega embalada, e Blaney larga entre os principais nomes
Se Preece ganhou força com a vitória em Daytona, a Penske entra no Chase sustentada por uma sequência coletiva mais robusta. A equipe venceu quatro das últimas sete corridas, e Ryan Blaney abre a fase decisiva como cabeça de chave nº 2.
O desempenho recente da Penske contrasta com o de outras forças tradicionais do grid. A Hendrick Motorsports, por exemplo, soma apenas duas vitórias nesta temporada, número abaixo do que costuma cercar a equipe em uma campanha de título.
Entre os pilotos avaliados antes do início do Chase, Daniel Suarez aparece com nota 7,10 de 10, acima da marca de Preece no levantamento divulgado nesta semana.
Hocevar perde terreno antes da disputa pelo título
Um dos casos de queda mais visíveis na reta de entrada para o Chase é o de Carson Hocevar. O piloto despencou da quinta para a 12ª posição na classificação e recebeu nota 3,78 de 10 no ranking de desempenho.
Hocevar também chamou atenção por uma declaração sobre um episódio recente de corrida. O piloto do carro número 77 resumiu a situação dizendo: “Ele fez isso com ele mesmo”.
A combinação entre a queda na tabela e a nota baixa coloca Hocevar em um momento bem diferente do de Preece, que chega ao Chase impulsionado pela primeira vitória da temporada e por um salto de percepção no momento mais importante do calendário.