Collet estreou na Indy pela Foyt após duas temporadas na Indy NXT, categoria de acesso da modalidade. Na temporada de 2026, terminou o campeonato em 24º lugar, com apenas um top-10, embora tenha tido como principais atuações as 500 Milhas de Indianápolis e o GP de St. Louis.
Ao fazer um balanço do ano, o brasileiro apontou problemas que, segundo ele, pesaram no resultado final. “Apesar do bom desempenho, fui prejudicado por falhas técnicas”, disse Collet.
Mercado tem quatro vagas para temporada completa
No cenário atual, restam quatro assentos disponíveis para a temporada completa da Indy em 2027. Duas vagas estão na Juncos Hollinger e outras duas seguem abertas na Dale Coyne.
A indefinição na Juncos Hollinger é um dos pontos que ainda seguram o fechamento do grid. A distribuição dessas vagas também pode ser afetada por questões comerciais, fator que mantém o mercado em aberto e amplia a disputa entre os nomes que seguem sem contrato confirmado.
Na Dale Coyne, a concorrência já ganhou elementos concretos: a equipe testou Alex Dunne e Nikita Johnson, enquanto Romain Grosjean mantém a expectativa de renovar. Isso coloca Collet em um grupo de candidatos que disputa espaço em uma das estruturas que ainda não fecharam a escalação para o próximo campeonato.
Peso comercial também entra na disputa pelos últimos assentos
Além do desempenho na pista, o mercado restante para 2027 inclui pilotos que chegam com argumentos comerciais relevantes. Nolan Siegel aparece como uma opção de alto aporte financeiro, enquanto Callum Ilott surge com um pacote comercial considerado interessante.
Esse quadro reduz a margem de segurança para Collet, que deixou a Foyt sem garantia de permanência na categoria. Hoje, as opções objetivas para seguir na Indy em tempo integral estão concentradas justamente nas quatro vagas ainda abertas entre Juncos Hollinger e Dale Coyne.
A temporada 2027 da Indy será aberta pelo GP de São Petersburgo, marcado entre 5 e 7 de março.