Horner foi demitido pela Red Bull em julho de 2025, depois de a empresa concluir que ele já não era a figura certa para os cargos de CEO da operação de Fórmula 1 e chefe de equipe. Para o seu lugar, a Red Bull colocou Laurent Mekies, que tem contrato até 2031.
No livro, Horner afirma: “Doeu em mim que ele trabalhasse tão duro para me demitir.” Marko rebateu sem entrar em detalhes: “O livro é uma coleção de inverdades, algo que eu não quero discutir em detalhe.”
Racha expõe disputa entre dois nomes centrais da era vitoriosa da Red Bull
Marko e Horner comandaram o sistema da Red Bull Racing por 20 anos e estiveram à frente de um dos períodos mais vitoriosos da equipe na Fórmula 1. Sob o comando de Horner, a Red Bull conquistou oito títulos de pilotos e seis de construtores.
Além da chefia na equipe principal, Marko teve papel central no programa de jovens pilotos da Red Bull. Foi ele quem pressionou pela promoção de Max Verstappen após 23 corridas, num movimento que se tornou um dos marcos da estrutura da empresa na categoria.
Marko também contesta versão de Horner sobre Verstappen
Ao responder às declarações do ex-chefe, Marko também negou a versão de Horner sobre a entrada de Verstappen na equipe principal. Segundo o consultor de automobilismo da Red Bull GmbH, “Horner, na verdade, se opôs à ida de Verstappen para a Red Bull em 2016”.
Antes de deixar o comando, Horner também explorou a possibilidade de levar Carlos Sainz, Charles Leclerc e Fernando Alonso para a Red Bull. Já Marko havia planejado sua aposentadoria para o fim de 2025.