“Foi uma falha na unidade de potência. Não foi causada pelo safety car”, afirmou Wolff após a corrida. Russell havia largado em sétimo e deixou a prova em um momento em que a Mercedes enxergava uma oportunidade importante de resultado.
Mercedes viu corrida se abrir antes do problema de Russell
O cenário da prova tinha ficado favorável para a equipe em diferentes momentos. Kimi Antonelli largou em terceiro e assumiu a primeira posição, enquanto Max Verstappen e Lewis Hamilton tiveram largadas ruins. Além disso, a Mercedes foi beneficiada pela presença de dois carros de segurança, circunstância que, na avaliação de Wolff, ampliou ainda mais a chance de capitalizar na corrida.
Wolff resumiu a frustração com o desfecho ao dizer que a equipe tinha uma margem importante naquele momento. “Tínhamos uma vantagem tão grande… Não dava para ter mais azar do que isso”, declarou.
Chefe da equipe relata irritação e diz que Mercedes ainda precisa trabalhar
A avaliação interna da Mercedes ainda depende de apuração mais detalhada sobre a falha, mas Wolff deixou claro o tamanho da insatisfação com o abandono de Russell. “Estou extremamente irritado e nada satisfeito”, disse o chefe da equipe.
O dirigente também afirmou que a Mercedes ainda tem muito trabalho pela frente. A combinação entre a quebra de Russell e a oportunidade que a corrida oferecia pesou no tom da entrevista após a prova.
Ao comentar o resultado, Wolff classificou o episódio como um dos piores que já viveu em um fim de corrida. “Essa foi uma das minhas piores experiências, para ser sincero”, afirmou.