Ao comentar as regras de unidade de potência de 2026, Verstappen foi direto ao resumir a proposta: “Agora é só voltar para um V8. Isso resolve muita coisa”. Em outra resposta, reforçou a preferência por esse conceito ao afirmar: “Um V8 de verdade é muito melhor em todos os cenários”.
V8 com parte elétrica menor é a proposta de Verstappen
A crítica de Verstappen não significa eliminar totalmente a parte elétrica do carro. O piloto defendeu a manutenção desse recurso, mas com uma bateria menor e uso voltado a um ganho momentâneo de desempenho, em vez de um papel mais central na condução do carro.
Dentro dessa linha, ele tem se colocado contra o conceito atual das unidades de potência de 2026. A avaliação apresentada é que um V8 traria um pacote mais simples e mais agradável para quem está ao volante, com impacto direto na pilotagem.
Verstappen também citou um V10 como alternativa de que gosta, mas indicou o V8 como a opção mais provável dentro desse debate. A preferência dele aparece ligada menos a nostalgia e mais ao comportamento do carro na pista.
Crítica inclui DRS e excesso de interferência na pilotagem
Outro ponto levantado por Verstappen foi a necessidade de preservar o protagonismo do piloto. Ao tratar da forma como os carros são guiados hoje, ele indicou que a habilidade de quem está no cockpit não deveria ser substituída por recursos como o DRS.
A posição segue a linha de críticas que ele já vinha fazendo às regulamentações recentes. O argumento central é que a Fórmula 1 deveria caminhar para carros em que a pilotagem tenha mais peso direto na disputa, sem tanta dependência de soluções artificiais para desempenho e ultrapassagem.
Atraso em largada também entrou na crítica
Verstappen também comentou o atraso na largada do GP do Bahrein na Malásia, provocado por um problema de software. Sobre o episódio, a reação foi curta e direta: “Espero que tenham aprendido a lição”.