Ao projetar esse cenário, Verstappen destacou o peso do tempo já dedicado à categoria. “Ficar aqui até lá significaria que eu teria dedicado mais da metade da minha vida à F1”, disse o piloto da Red Bull.
Verstappen estreou na Fórmula 1 em 2015, pela Toro Rosso, e foi promovido à Red Bull um ano depois, no lugar de Daniil Kvyat. Desde então, a parceria acumulou quatro títulos de pilotos e dois de construtores.
Decisão futura dependerá do nível de dedicação
O piloto indicou que a continuidade depois desse período dependerá de uma nova avaliação pessoal sobre o quanto ainda estará disposto a se entregar à rotina da categoria. “Vou reavaliar e me perguntar: ‘Consigo me dedicar 100%?’”, afirmou.
A declaração aponta para uma análise que vai além de contrato ou desempenho esportivo. O próprio Verstappen vinculou a decisão ao grau de comprometimento que entender ser possível manter quando chegar esse momento.
Vida pessoal entrou no cálculo do piloto
Verstappen também citou razões familiares ao falar sobre o futuro na Fórmula 1. Segundo ele, a vida fora das pistas passou a ter um peso maior nessa conta.
“Quero passar mais tempo com a família, principalmente agora com o nascimento da minha filha”, disse.
Caso siga o plano de continuar por mais quatro anos e encerre a carreira ao fim desse ciclo, Verstappen terminaria sua passagem pela Fórmula 1 após uma longa sequência iniciada ainda em 2015 e quase toda construída dentro da estrutura da Red Bull, equipe para a qual se transferiu em 2016 e com a qual conquistou seus quatro títulos de pilotos e dois campeonatos de construtores.