Será a segunda participação de Bortoleto em Singapura na carreira, agora em uma temporada em que a Audi disputa seu primeiro ano na Fórmula 1. Em um circuito que cobra bastante dos pilotos pela intensidade das condições climáticas e pelo perfil mais travado do traçado, o brasileiro resumiu o cenário de forma direta: “A corrida vai ser dura.”
Marina Bay combina prova à noite e desgaste físico alto
Apesar do horário noturno, o fim de semana em Marina Bay mantém a exigência física em alta. Os pilotos enfrentam calor e umidade ao longo da etapa, em uma corrida disputada sob luz artificial e com duas horas de duração previstas entre a largada e a bandeirada.
O circuito também tem foco em trechos de baixa e média velocidade, o que aumenta a demanda por tração e resposta do carro em setores mais lentos. Nesse contexto, o trabalho físico fora da pista também entrou na preparação de Bortoleto. O piloto contou que, nos dias anteriores à etapa, “a gente jogou bastante padel nesses dias e fez outras atividades legais também”.
Audi ainda lida com incerteza sobre a unidade de potência
Além do desgaste típico de Singapura, Bortoleto apontou que a Audi ainda enfrenta dificuldades com a unidade de potência. O comportamento do conjunto aparece como uma incógnita para a corrida, justamente em uma pista que exige eficiência em retomadas e boa entrega em trechos de baixa e média velocidade.
A situação acontece no primeiro ano da Audi na Fórmula 1, em uma fase de desenvolvimento do projeto. Ao falar sobre esse cenário, Bortoleto citou a necessidade de paciência com a evolução da equipe ao longo da temporada.
A combinação entre as características de Marina Bay e as questões técnicas da Audi coloca o brasileiro diante de um fim de semana em que o desafio não se limita ao traçado noturno: a resposta da unidade de potência também entra no centro da etapa.