A avaliação vem depois de uma sequência recente de resultados da Red Bull, que voltou a crescer ao longo da temporada. Max Verstappen venceu em Sepang e também conquistou pole e vitória em Singapura, resultados que consolidaram o ressurgimento da equipe nesta fase do ano com o RB22.
Vasseur inclui Mercedes e McLaren na disputa pela frente
Ao comentar o cenário atual da Fórmula 1, Vasseur evitou tratar a Red Bull como favorita absoluta. “Sinceramente, não tenho certeza. Eles estão indo muito bem, mas não são a equipe a ser batida”, afirmou.
Na mesma análise, o chefe da Ferrari ampliou o foco para outras rivais que, na visão dele, seguem com desempenho de ponta. “É preciso ficar de olho também na McLaren e na Mercedes”, disse.
A leitura de Vasseur é de um campeonato com alternância entre equipes competitivas, sem uma referência única consolidada. A Red Bull melhorou seu rendimento na segunda metade da temporada, mas Mercedes e McLaren continuam presentes no bloco de frente.
Sequência de vitórias ajuda a explicar a avaliação do chefe da Ferrari
Vasseur usou a distribuição recente das vitórias para justificar por que evita apontar apenas uma equipe como parâmetro do grid. “A Mercedes estava voando. Depois, nós vencemos duas corridas”, declarou.
Na sequência, ele citou também os resultados dos adversários diretos. “A McLaren venceu duas. Depois, a Red Bull venceu duas ou três”, afirmou.
As declarações colocam a análise da Ferrari dentro de um contexto de oscilação na ponta do campeonato, com momentos de força de diferentes equipes ao longo das últimas etapas. Embora a Red Bull tenha somado resultados expressivos mais recentemente, Vasseur tratou Mercedes e McLaren como adversárias que seguem no mesmo nível de atenção.
A menção de Vasseur à fase da Mercedes e às duas vitórias recentes da Ferrari indica que, na visão do dirigente, a disputa na frente do grid continua sendo definida por sequências curtas de desempenho, e não por domínio contínuo de uma única equipe.