O time também apareceu como dono da melhor unidade de potência no ADUO, mas o começo de 2026 foi turbulento por causa da dirigibilidade e da estabilidade do carro. Mesmo com a melhora recente, a Red Bull ainda está sete pontos atrás da McLaren na disputa pelo terceiro lugar no campeonato de construtores.
Passagem de Lawson coincidiu com fase de recuperação
Lawson substituiu Isack Hadjar nas corridas de Zandvoort, Monza e Madri. Nesse período, terminou em sétimo na Holanda, sexto em Madri e 14º em Monza. A participação do neozelandês alimentou a hipótese de que seus comentários ou sua adaptação ao carro possam ter ajudado a equipe a encontrar um caminho melhor de acerto.
Gary Anderson, ex-engenheiro da Fórmula 1, levantou essa possibilidade de forma cautelosa ao comentar o momento da Red Bull: “Será que ele trouxe alguma coisa para o pacote?”. A avaliação, porém, permanece no campo da especulação, sem confirmação pública da equipe sobre uma relação direta entre a presença de Lawson e a evolução do RB22.
Debate no paddock não é consenso
A leitura sobre a participação de Lawson está longe de ser unânime. Alex Brundle avaliou que o piloto não teve nada de “marcante” em sua curta passagem. Já Bernie Collins foi em outra direção e disse que Lawson “salvou” a McLaren ao assumir o lugar de Hadjar, numa análise sobre os efeitos indiretos da troca entre pilotos.
O contexto inclui também a situação de Hadjar, que voltou de lesão e depois conquistou um pódio em Baku. Outro ponto já definido na Red Bull é a mudança na engenharia de pista de Verstappen: Tom Hart será o engenheiro de corrida do piloto nas próximas três etapas.