Horner havia atribuído a Marko responsabilidade por sua demissão e também afirmou que não recebeu dele condolências pela morte de sua ex-companheira. Segundo o ex-dirigente, os dois não voltaram a se falar desde sua saída da equipe.
Marko não respondeu ponto a ponto às alegações
Na reação divulgada após as declarações de Horner, Marko rejeitou o conteúdo das acusações, mas sem entrar em detalhes sobre cada episódio citado. A resposta foi direta: “Isso é uma coleção de inverdades. Não quero entrar nisso”.
A manifestação de Marko, porém, não abordou individualmente as acusações ligadas à sua suposta influência na saída de Horner nem a crítica sobre a ausência de condolências. O ex-dirigente da Red Bull também não detalhou sua versão sobre o rompimento da relação entre os dois.
Horner citou mudança no ambiente interno após morte de Mateschitz
Ao falar sobre a deterioração da convivência dentro da organização, Horner associou a mudança de ambiente à morte de Dietrich Mateschitz, cofundador da Red Bull, em 2022. Segundo ele, antes disso, a dinâmica era diferente. “Houve momentos em que tudo funcionava muito bem”, disse Horner ao lembrar o período anterior à mudança nas relações internas.
De acordo com Horner, os vínculos entre integrantes centrais da estrutura se alteraram depois da morte de Mateschitz. Esse contexto foi apresentado por ele como parte da explicação para o desgaste que culminou em seu afastamento e no fim da relação com Marko.
Informações técnicas vazadas também entraram na disputa
Outro ponto levantado por Horner foi o uso de informações técnicas em disputas internas. Ele criticou o fato de detalhes sobre atualizações do carro terem chegado à imprensa, dizendo que esse tipo de vazamento gerou problemas dentro da própria equipe.
Marko não comentou especificamente esse trecho das críticas. Sua resposta ficou restrita à negativa geral sobre o conjunto das acusações feitas por Horner, sem avançar sobre o tema dos vazamentos técnicos nem sobre os episódios pessoais mencionados pelo ex-chefe da Red Bull.