O momento do campeonato amplia o peso da sequência. Desde o GP da Inglaterra, Antonelli aumentou sua vantagem a cada fim de semana, enquanto George Russell aparece como perseguidor mais próximo, 106 pontos atrás. Lewis Hamilton está 101 pontos distante da liderança depois de abandonar no Madring.
Originalmente, o GP do Azerbaijão seria uma etapa isolada, mas a mudança do GP do Bahrein para a Malásia formou a sequência atual. Depois de Baku, a F1 correrá na Malásia e em Singapura. O calendário ainda prevê outras duas triplas jornadas no fim da temporada.
Mercedes chega sem novidades em Baku e mira pacote para a Malásia
A Mercedes entra nesta abertura de sequência sem atualizações no W17 desde o GP do Canadá, em maio. A expectativa da equipe está concentrada na etapa seguinte, quando pretende introduzir um pacote mais robusto.
Toto Wolff, chefe da Mercedes, resumiu o plano ao afirmar: “Acho que vamos levar uma atualização sólida para a Malásia.”
Em Baku, a característica do circuito pode ajudar a equipe mesmo sem mudanças imediatas no carro. Nico Rosberg avaliou que “a potência do motor sempre vai favorecer a Mercedes” no traçado de alta velocidade.
Sequência reúne desafios bem diferentes para carros e pilotos
Além do impacto direto na pontuação, a tripla rodada reúne cenários técnicos e físicos distintos. Baku é um circuito de rua de alta velocidade, a corrida seguinte na Malásia recoloca a F1 em um ambiente de calor e umidade intensos, e Singapura é tradicionalmente uma das provas mais exigentes do calendário para os pilotos.
A etapa de Singapura ainda terá formato Sprint pela primeira vez, acrescentando mais uma variável à luta pelo campeonato. Mesmo com a vantagem confortável, Antonelli mantém o discurso de foco imediato e disse: “Não estou pensando no campeonato.”
Outro elemento de incerteza para esta fase é o histórico recente das pistas: Max Verstappen venceu a última edição do GP do Azerbaijão, e a rodada da Malásia marcará o retorno da F1 ao país pela primeira vez desde 2017.