O debate ganhou força após a corrida em que Norris perdeu a vitória em uma neutralização com safety car virtual. Na ocasião, Kimi Antonelli aproveitou a janela para fazer uma parada de baixo custo, com perda reduzida de tempo, enquanto o piloto da McLaren ficou sem a mesma oportunidade.
Reclamação de Norris foi levada às reuniões da FIA
Depois da prova, Norris criticou a forma como a regra funciona hoje. Ao explicar o que aconteceu em sua corrida, o piloto da McLaren afirmou: “Eu só tive azar. Fui o único de todo o grid que não conseguiu fazer um pit stop”.
Em outra reação sobre o desfecho da disputa, Norris resumiu sua visão do caso com uma frase direta: “É simplesmente injusto”. O britânico também indicou que o assunto não era novo dentro da categoria e disse que a questão já havia aparecido em reuniões anteriores com os pilotos.
Ao falar sobre essas conversas, Norris afirmou: “A gente já falou disso no passado, nos briefings dos pilotos, dizendo que eles deveriam deixar isso de fora por pelo menos…”. O trecho disponível da declaração não detalha qual mudança específica ele defendia, mas confirma que o funcionamento do VSC já vinha sendo discutido antes do episódio mais recente.
Parada com perda menor segue no centro da discussão
O safety car virtual é acionado em incidentes específicos durante as corridas. Nesse cenário, um dos pontos mais sensíveis do regulamento é justamente a possibilidade de parar nos boxes sem perder tanto tempo quanto em condições normais de prova.
Foi esse efeito que pesou no resultado da corrida citada por Norris. Antonelli capitalizou a situação com uma parada favorecida pelo VSC, enquanto o piloto da McLaren não teve a mesma janela estratégica.
Apesar de o tema ter chegado formalmente às reuniões entre FIA e equipes, não houve consenso sobre uma eventual revisão da regra. Sem acordo no comitê consultivo esportivo da FIA nem na Comissão da F1, não são esperadas mudanças imediatas no procedimento do safety car virtual.
































