Norris havia vencido antes na Hungria e na Holanda, mas abandonou em Baku e terminou apenas em nono em Sepang. Oscar Piastri foi 13º no Azerbaijão e sexto em Sepang, em um recorte bem diferente do que a McLaren apresentava antes da sequência mais complicada.
Sepang virou ponto central da análise da equipe
Segundo Stella, chefe da McLaren, as condições encontradas em Sepang levantaram uma dúvida importante dentro da equipe. “Na Malásia, há algumas condições que fazem o carro se comportar de maneira estranha”, disse.
Ao mesmo tempo, o dirigente afirmou que a revisão dos dados não apontou um problema simples de funcionamento do carro. “Nós revisamos os dados e achamos que o carro funcionou onde precisava funcionar”, afirmou Stella.
A pista de Sepang aparece como um dos fatores observados pela McLaren nessa análise. A superfície do traçado contribuiu para as dificuldades da equipe, que também viveu uma corrida movimentada em termos operacionais. Piastri trocou para pneus intermediários ainda na volta de formação, enquanto Norris escapou da pista atrás do safety car na volta 50 de 55.
Baku e atualizações entram no contexto da queda
No Azerbaijão, o fim de semana da McLaren também foi marcado por episódios que comprometeram o resultado. Norris abandonou depois de um acidente envolvendo Franco Colapinto e Pierre Gasly, enquanto Piastri perdeu a chance de terminar em terceiro após uma travada na volta 40 de 51.
O momento acontece depois de uma série de mudanças no MCL40 antes da pausa de verão, com novo aerofólio dianteiro, alterações na borda do assoalho, bargeboards, tampa do motor e ajustes no assoalho. Em Baku, a McLaren também revisou a asa traseira conhecida como “Macarena”.
Stella reconheceu que a resposta pode não estar apenas nas características do próprio carro. “Temos de reconhecer que, potencialmente, alguns concorrentes desenvolveram seus carros melhor”, disse o chefe da McLaren.