“Não faço ideia”, afirmou Norris ao ser questionado sobre a possibilidade de a McLaren corrigir a falha a tempo da próxima corrida. Segundo ele, a perda chega a quase dois décimos por volta, um impacto que descreveu como algo “doloroso demais” e que tem tornado sua vida “bem difícil” dentro do carro.
A sequência recente interrompeu um momento forte de Norris, que havia conquistado três poles e duas vitórias em quatro corridas antes das dificuldades mais recentes. Desde então, ele sofreu um acidente no Azerbaijão e terminou a prova da Malásia em nono.
McLaren ainda busca a origem da perda em reta
Além de não ter identificado a origem exata da perda de velocidade, a McLaren também viu as atualizações mais recentes não entregarem o efeito esperado. O carro recebeu novos pacotes depois de uma atualização bem-sucedida no GP da Hungria, mas Norris seguiu em desvantagem especialmente nas retas.
Andrea Stella, chefe da McLaren, reconheceu que o quadro pode não estar ligado apenas a um problema interno. “Temos de reconhecer que, potencialmente, alguns concorrentes desenvolveram seus carros com passos maiores do que nós”, disse o dirigente.
Condições da Malásia entraram na análise da equipe
Stella também apontou que a etapa anterior teve características específicas que podem ter influenciado o desempenho da McLaren. Ao comentar a corrida mais recente, ele citou as altas temperaturas e o asfalto mais agressivo como fatores importantes e resumiu o cenário como de “condições muito específicas na Malásia”.
No período em que a McLaren perdeu rendimento, George Russell venceu no Azerbaijão e Max Verstappen ganhou na Malásia. A dúvida para Singapura é se o comportamento do carro será mais favorável, algo que a equipe ainda não consegue cravar antes de entrar na pista.